Não quero olhos cansados sobre mim...
Mãos assustadas buscando apoio
Nada de bocas pedintes;
Cansei destes pés falantes.
Ir pra junto do medo,
Pra perto da morte...
Silencio que convulsiona ao canto,
Assim feito lástima... Encanto!
E de pedaços perdidos,
Membros descolados e tortos sorrisos
O tempo se fez escuridão,
As aves que voavam caíram
E tudo se impregnou de solidão.
E da brancura do nada,
Assim meio sem jeito
Eis que surge a ventania
Calma; faceira... Feito brisa!
Goteja o silencio... Leva o vento.