22 maio 2012

Mais um...

Não quero olhos cansados sobre mim...


Mãos assustadas buscando apoio

Nada de bocas pedintes;

Cansei destes pés falantes.



Ir pra junto do medo,

Pra perto da morte...

Silencio que convulsiona ao canto,

Assim feito lástima... Encanto!



E de pedaços perdidos,

Membros descolados e tortos sorrisos

O tempo se fez escuridão,

As aves que voavam caíram

E tudo se impregnou de solidão.





E da brancura do nada,

Assim meio sem jeito

Eis que surge a ventania

Calma; faceira... Feito brisa!

Goteja o silencio... Leva o vento.

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