Suas pupilas dilatadas eram um sinal. Uma pequena e ínfima
demonstração de descontrole. E por mais que fosse estranho admitir, eu queria
mais. Queria ver o controle esvair. Queria poder... Simplesmente fazer das
vontades fraqueza. Queria realizar.
E realizei.
Suas narinas inflaram e a vermelhidão tomou conta do rosto.Mas eu não parei. Num impulso insano gritei. Loucamente gritei. Meus pulmões arderam pelo esforço e a sofreguidão tomou conta do meu corpo. No intimo sabia que a razão nunca fora tão consistente assim. Mas e daí?!
Mãos convulsionavam em busca de apoio. Ele pedia silenciosamente meu apoio.
Não sei o por quê, mas seu desespero se foi tão subitamente quanto começou.
NUM IMPETO.
E assim... Assim acabaram os suspiros e a vontade. A realização já não plena e as estruturas falhas...
(Morte... ?!)
Nada me parece o bastante.
An? Eu comentava outro texto e ele se transformou nesse aí... no mínimo estranho. Mas esse também é bom embora eu prefira o primeiro. Muita sorte pra você Jéssica e se der tempo entra lá no meu blog também movidoaletras.blogspot.com
ResponderExcluirRafa,sou um bocado ruim quando o assunto é tecnologia. (RS)O outro texto nem sei onde foi parar...
ResponderExcluirSempre acompanho o Movido a letras,agora que estou melhorando nisso tudo é que o universo dos blogs, vou começar a
comentar... (rs)